De toda sensibilidade que me toma, a sutileza do meu próprio abrigo interno.
Minha pintura mascarada com o rosto nu e a alma limpa. Lanço-me.
Não há mais retorno, a maturidade envelhece, a minha persona se critaliza.
É difícil ser... Torno-me e me esquivo.
Vivo porque nasci? É uma escolha enquadrada do real.
Sinto falta da psicologia, sinto falta minha minha psicologia, da psiqueleta. Psi = alma Psique = mariposa.
É a metamorse psicanalítica pessoalmente minha. Adeus toda a minha ternura, porque agora encho-me toda de reflexões abstratas e nem eu mesma entendo.
Sinto, respiro pra dentro e nasce.
Atento-me para não me perder, sou uma escrava do ato de viver!
sábado, 4 de dezembro de 2010
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