domingo, 28 de novembro de 2010

Hoje eu quero escrever sobre as coisas tragicamente incontroláveis.
Somos prisioneiros de nossos sonhos? Somos prisioneiros dos sonhos alheios?
Vivemos essa enloquencia, esse caos na cidade, onde tudo aos poucos causa medo e receio e ainda assim temos ânsia de viver.
Temos medo, temos fome, temos filhos, temos urgência. Roubaram a nossa paz e querem nos devolver em forma gramaticalmete impossível: UPP.
Porque não nos devolvem o nosso direito de escolhermos o medo, pois nessa circunstância isso já nos foi imposto; engolhe e não mastiga!
Somos reféns de uma felicidade ignorante, de uma alegria carnavalesca que ultrapassa fevereiro.
Quero mais que a liberdade de ir e vir, quero a liberdade de sonhar.
Quero ser vítima da minha própria incosequencia, quero não ser filha de faucatrua e nem de nenhum código civil. Código esse que não me dita.
Que Deus e muito mais que Deus, que os homens estejam atentos a isso...
Ata-me a liberdade de expressão!!!

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